O Ministério de Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (25) que negou, na sexta-feira (24), os vistos solicitados por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente do Departamento de Estado americano,
O Ministério de Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (25) que negou, na sexta-feira (24), os vistos solicitados por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente do Departamento de Estado americano, após o jornal Washington Post noticiar que o governo americano Donald Trump pretendia enviar os dois altos funcionários ao Brasil para levantar dúvidas sobre a integralidade do processo eleitoral no país.
O governo tomou conhecimento dos pedidos de visto na segunda-feira (20) e a intenção dos diplomatas era a de se reunir com a Justiça eleitoral brasileira para falar sobre temas como liberdade de expressão relacionadas à eleição.
Temendo um jogo combinado para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro, o governo decidiu negar os vistos. O que chamou a atenção do governo brasileiro para esta possibilidade foi o fato de o pedido ter ocorrido um dia antes do encontro do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, com embaixadores.
Na agenda do presidenciável com representantes de mais de 40 países, na terça-feira (21), foram levantadas dúvidas sobre a transparência das urnas eletrônicas do país.
No encontro, promovido pelo portal The Brazilian Report, em Brasília, Flávio pediu a embaixadores para que seus países mandassem “a maior quantidade de observadores possíveis” para acompanhar as eleições deste ano. Ele ainda usou de “fake news” contra as urnas brasileiras ao dizer que elas “têm a mesma origem” das urnas da empresa venezuelana Smartmatic.
A companhia é acusada pelo governo dos Estados Unidos de estar envolvida em um plano de fraude em eleição da Venezuela. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já afirmou, no entanto, que o Brasil não usa urnas da Smartmatic.
O governo tomou conhecimento dos pedidos de visto na segunda-feira (20) e a intenção dos diplomatas era a de se reunir com a Justiça eleitoral brasileira para falar sobre temas como liberdade de expressão relacionadas à eleição.
Temendo um jogo combinado para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro, o governo decidiu negar os vistos. O que chamou a atenção do governo brasileiro para esta possibilidade foi o fato de o pedido ter ocorrido um dia antes do encontro do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, com embaixadores.
Na agenda do presidenciável com representantes de mais de 40 países, na terça-feira (21), foram levantadas dúvidas sobre a transparência das urnas eletrônicas do país.
No encontro, promovido pelo portal The Brazilian Report, em Brasília, Flávio pediu a embaixadores para que seus países mandassem “a maior quantidade de observadores possíveis” para acompanhar as eleições deste ano. Ele ainda usou de “fake news” contra as urnas brasileiras ao dizer que elas “têm a mesma origem” das urnas da empresa venezuelana Smartmatic.
A companhia é acusada pelo governo dos Estados Unidos de estar envolvida em um plano de fraude em eleição da Venezuela. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já afirmou, no entanto, que o Brasil não usa urnas da Smartmatic.