A repórter, de 47 anos, ficou dois meses em coma após se queimar perto de uma fogueira; teve mais de 60% do corpo queimado e estava internada no Hran.
A jornalista Érika Leal, da Record Brasília, morreu nesta terça-feira (7/7) em Brasília, aos 47 anos. Ela estava internada há cerca de dois meses e permaneceu em coma após sofrer um acidente doméstico, informou a emissora em nota publicada nas redes sociais.
De acordo com relatos de amigos e familiares compartilhados nas redes, o acidente ocorreu durante uma celebração, quando Érika se aproximou de uma fogueira e acabou se queimando. As lesões atingiram mais de 60% do corpo da jornalista, que foi internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).
No Hran, Érika passou mais de um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu às complicações decorrentes das queimaduras e veio a óbito nesta terça-feira.
A Record Brasília afirmou que Érika integrava a equipe local desde 2019 e elogiou sua trajetória profissional, marcada pelo compromisso com a informação e sensibilidade. A jornalista também estava vinculada à Record há cerca de sete anos.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika tinha mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Mudou-se para o Distrito Federal para cobrir os Três Poderes e a rotina da capital federal.
Ao longo da carreira, trabalhou em redações como Jornal de Brasília, Band e Record. Além das reportagens, apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça. A emissora comunicou a morte e lamentou a perda nas redes sociais.
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